
Esta data foi instituída pelo Projeto Lei nº 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, em razão de ter sido nesse dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
Os quilombos representavam a resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.
A homenagem a Zumbi foi um justo reconhecimento à sua luta, e serve de contraponto à valorização dos personagens históricos, de cor branca. Como se a história do Brasil tivesse sido feita somente pelos europeus e seus descendentes: imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados heróis nacionais.
UM POUCO SOBRE A VIDA DE ZUMBI
Pesquisas e estudos indicam que nasceu em 1655, sendo descendente de guerreiros angolanos. Em um dos povoados do quilombo, foi capturado quando garoto por soldados e entregue ao padre Antônio Melo, de Porto Calvo. Criado e educado por este padre, o futuro líder do Quilombo dos Palmares já tinha apreciável noção de Português e Latim aos 12 anos de idade, sendo batizado com o nome de Francisco. Padre Antônio Melo escreveu várias cartas a um amigo, exaltando a inteligência de Zumbi (Francisco). Em 1670, com quinze anos, Zumbi fugiu e voltou para o Quilombo. Tornou-se um dos líderes mais famosos de Palmares. "Zumbi" significa: a força do espírito presente. Baluarte da luta negra contra a escravidão, Zumbi foi o último chefe do Quilombo dos Palmares.
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