
O Ministério da Saúde criou regras para oferecer remédios de prevenção à contaminação pelo vírus HIV a pessoas expostas ao risco. Segundo a Agência Brasil, pessoas que sofreram exposição ao vírus da aids, como em um acidente de trabalho,
violência sexual ou que tiveram uma relação sexual consentida, sem preservativo, poderão buscar medicamento preventivo na rede pública.
Desde 2011 qualquer pessoa que teve relação sexual de risco passou a ter direito ao tratamento, mas até hoje ainda não havia regras para a indicação.
O consumo do preventivo, conhecido como profilaxia pós-exposição (PEP), dura três meses. O aconselhável é que a pessoa procure o serviço de saúde até 72 horas depois da exposição de risco, mas o ideal é que seja até duas horas depois, de acordo com a publicação. O primeiro atendimento após a exposição ao HIV é considerado emergência médica.
O coquetel de medicamentos é oferecido desde 1990 a profissionais de saúde após contato com material potencialmente contaminado. Em 1998, vítimas de violência sexual passaram a ter direito ao preventivo