
Após demitir em agosto 500 funcionários terceirizados do Hospital Luís Eduardo Magalhães, em Porto Seguro, a empresa Monte Tabor, ex-gestora do hospital, ainda não pagou suas rescisões contratuais. De acordo com a direção do Sintesi, a empresa havia marcado a homologação das rescisões para 4 de setembro, mas não aconteceu.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) marcou para o próximo dia 25, em Eunápolis às 14 horas, a primeira reunião de mediação entre representantes dos trabalhadores do hospital, a Monte Tabor e a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab).
Os funcionários do hospital de Porto foram demitidos por conta do encerramento de contrato entre a Sesab e a Monte Tabor. que administrava o Luís Eduardo Magalhães. A empresa alega ainda não ter recebido repasse para quitar as rescisões e disse que o dinheiro está previsto em contrato.
Os atingidos pela rescisão de contrato entre Sesab e Monte Tabor farão assembleia, na segunda-feira (21), para definir cronograma de mobilizações.
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