
O papa Francisco e o patriarca sacerdote máximo da Igreja Ortodoxa, Bartolomeu, fecharam uma declaração conjunta, no sábado (29), para trabalhar pela reunificação entre as Igrejas, que foram separadas há 960 anos, no chamado Cisma do Oriente.
O papa foi à Turquia, onde está a sede da Igreja Ortodoxa, para fechar o acordo.
“A Igreja Católica não pretende impor nenhuma exigência, exceto a profissão de fé comum", disse Bergoglio. O pontífice garantiu que as tradições e ritos ortodoxos seriam mantidos em caso de uma reunificação.
Bartolomeu também demonstrou que deseja o diálogo para “retirar os obstáculos acumulados durante um milênio".
A subordinação ao papa foi questionada pelos ortodoxos e culminou na separação em 1054. A igreja Ortodoxa tem atualmente cerca de 300 milhões de fiéis e a Católica, 1 bilhão.
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