Por: ATLANTICA NEWS
26/10/2012 - 00:00:00

Eunápolis - Em sessão ordinária realizada nesta sexta-feira, dia 26/10/12, a Câmara de Vereadores de Eunápolis aprovou por unanimidade, projeto de lei de autoria do vereador Antônio Gonçalves, o Galego do Regional (DEM), que institui no município, o dia do Vigilante.

O texto que já foi aprovado em duas votações e estabelece o dia 20 de junho como a data comemorativa desses profissionais, segue agora para a sanção do prefeito Robério Oliveira.

Na sessão, os vereadores também aprovaram em primeira votação, projeto de lei que formaliza a denominação do Parque Municipal Ecológico do Gravatá. Área de lazer existente na cidade. Foi também aprovado em votação única, Indicação que reivindica do chefe do Executivo, a realização de diversas obras na sede do município.

Na sessão foi feita também a apresentação da Lei Orçamentária Municipal - o Orçamento - para o exercício de 2013. Em razão do documento, estar passando por algumas adequações, os valores do Orçamento só serão divulgados na próxima semana.

DENÚNCIA - Durante os pronunciamentos, no Grande Expediente, o assunto mais relevante, foi uma denúncia feita pelo vereador Amós Bispo, acusando uma médica do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU), cujo nome não foi revelado, de omissão de socorro.

De acordo com o edil, na noite de 15 para16 deste mês, parentes seus que residem em uma casa vizinha à sua, ligaram para o telefone 192 do SAMU, solicitando a presença de uma unidade móvel para atender uma pessoa que passava mal. A atendente teria recepcionado a ligação e transferido para a médica, que teria atendido de forma mal educada, não demonstrando interesse. Assim, ao invés de liberar a ambulância, teria aconselhado ministrar ao enfermo um soro caseiro, que não foi dado ao doente. Pouco depois, com a piora, o próprio Amós teria feito outra ligação, o mesmo procedimento teria sido feito, e a médica ministrara o mesmo soro, que, então, teria sido dado ao doente.

O doente morrera pouco depois. E teria sido constatado - o vereador não explicou como - que o soro caseiro teria provocado a morte, uma vez que o doente sofria de diabete crônica.

Depois disso, o vereador teria ido à sede do órgão para obter o nome da médica, porém, a direção estaria protelando prestar essa informação. Assim, o vereador solicitou ao presidente da Câmara, Ubaldo Suzart, solicitar essa informação ao SAMU, em nome da mesa diretora da casa.

Nossa reportagem não conseguiu falar com a coordenação do SAMU até o fechamento da matéria.

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