Por: ATLANTICA NEWS
11/10/2012 - 00:00:00

Eunápolis - Desde a legislatura de 1993/96, portanto, há quase 20 anos, o presidente que dirige a Câmara de Eunápolis do segundo período legislativo - a Legislatura é dividida em dois períodos de 2 anos, sendo que em cada um desses períodos uma diretoria dirige a casa legislativa - não se reelege para a legislatura seguinte.

Uma espécie de "maldição" tem atingido os presidentes, fazendo, desde então, cinco vítimas: Emiliano Leal Neto, Licindo Antunes Correia, Amós Bispo e Osvaldo Soares Filho e, por último, Vasco da Costa Queiroz.

O hoje ex-presidente Emiliano, a primeira vítima, foi gestor da casa legislativa no biênio 95 a 96, e após se candidatar à reeleição para a legislatura seguinte, 1997 a 2000, não foi eleito. O mesmo aconteceu com Licindo, que foi eleito para administrar a Câmara entre 1999 e 2000. O presidente não chegou a cumprir todo o mandato, renunciando ao cargo em meados de 2000. Em seu lugar assumiu Osvaldo Pereira dos Santos que, talvez por ter sido presidente por pouco tempo, alguns meses, ficou imune à "maldição".

Entretanto, no segundo período da legislatura seguinte, 2003 a 2004, a "maldição" voltou a atingir os presidentes, fazendo duas vítimas de uma vez: Amós Bispo e Osvaldo Soares. É que em 2003, Amós se reelegeu presidente da Câmara, porém, uma ação interposta na Justiça contra essa reeleição, que não era prevista da Lei Orgânica nem no Regimento Interno destituiu Amós - e toda a Mesa Diretora então eleita -, e Osvaldo Soares Filho, o Osvaldo do Correio foi eleito presidente. Na eleição daquele ano, Amós não foi reeleito, e Osvaldo nem sequer, se candidatou à reeleição.

Na legislatura seguinte, Vasco da Costa Queiroz - presidente em 2007 a 2008 -, foi a vítima.

Agora, é esperar para saber se Ubaldo Suzart, apenas fugiu da "maldição" ou se ela foi afastada de vez. Isso, só o tempo dirá.

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