
Guaratinga - Reiniciadas esta semana, as obras de construção da torre de telefonia celular da operadora Claro, cujos trabalhos haviam sido embargados pela prefeitura de Guaratinga, no mês de junho.
O embargo deveu-se à falta de licença ambiental necessária para a obra, e a partir daí, moradores do bairro Novo Horizonte, onde o equipamento está sendo construído, passaram a questionar a sua implantação, alegando que a antena poderia causar doenças, como o câncer, em razão de emitir ondas de radiação.
A partir daí, o assunto teve grande repercussão em toda a cidade, e a administração municipal achou por bem, obter informações sobre a possibilidade dos equipamentos a serem instalados na torre causarem mesmo doenças na população, antes de expedir a licença.
Depois de muita pesquisa sobre o tema, não foi confirmado esse temor de parte da população. Assim, a Licença Ambiental Simplificada (LS) foi concedida.
O documento impõe, entretanto, dez condicionantes, entre elas, o monitoramento da radiação emitida pela antena, tendo a empresa que apresentar laudos radiométricos de seis em seis meses à Secretaria Municipal de Meio Ambiente.