O juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, manteve a prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso preventivamente na última segunda (3), em Salvador. Na decisão, não há prazo para a saída do ex-ministro.

Foram negados a Geddel a prisão domiciliar, o uso de tornozeleira eletrônica e o contato com outros investigados. O magistrado deverá voltar a analisar o pedido na semana que vem.

Geddel chorou ao ouvir a decisão de que continuaria preso. Ele foi preso por suspeita de atrapalhar investigações da Operação Cui Bono, que apura fraudes na liberação de crédito da Caixa Econômica Federal.
O baiano foi vice-presidente de Pessoa Jurídica do banco entre 2011 e 2013, e, de acordo com as investigações, manteve a influência sobre a instituição desde que Temer assumiu a Presidência em maio de 2016.