
O julgamento da ação contra o deputado federal Uldurico Júnior (PV), acusado de crime eleitoral, está previsto para acontecer nesta segunda-feira (30), na sede do Tribunal Regional Eleitoral, em Salvador.
Uldurico responde pela utilização, em 2014, das emissoras de rádio de sua família para se beneficiar durante a campanha, com distribuição de cestas básicas e outras premiações aos ouvintes.
O Ministério Público emitiu relatório, no qual opina pela cassação do mandato de Uldurico. Durante o processo, duas testemunhas do deputado foram presas em flagrante por mentir em juízo.
O primeiro caso ocorreu em novembro de 2015, quando o marqueteiro João Batista Ribeiro, apontado como testemunha de Uldurico, foi preso por mentir em juízo. O mesmo crime levou à prisão o radialista Franedi Góis, em maio de 2016. Na ocasião, a testemunha foi conduzida para a Polícia Federal.