
O deputado Eduardo Cunha (PMDB), que está sendo investigado pela existência de contas que movimentaram milhões de reais na Suíça, voltou a afirmar, neste domingo (11), que não renunciará ao mandato ou se afastará do cargo de presidente da Câmara dos Deputados. Enquanto ele e a esposa são investigados, o peemedebista passou o fim de semana no Rio de Janeiro lendo sete pedidos de impeachment contra Dilma Rousseff, segundo o jornal Estado de S. Paulo.
"Ainda não indeferi nada porque estou rascunhando. Só terça-feira", disse Cunha ao jornal.
Conforme a publicação, o PSOL, de posse de documento em que a Procuradoria-Geral da República confirma que Cunha e familiares têm contas na Suíça, pretende protocolar nesta terça-feira (13) pedido de abertura de processo por quebra de decoro.
Já os oposicionistas já informaram que não farão pressão efetiva pela saída do deputado. Sem o mandato, Cunha perde a prerrogativa de foro privilegiado e torna-se réu comum.
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