
Após revelarem informações bancárias sobre ex-diretores da Petrobras, Odebrecht, operadores, doleiros e, mais recentemente, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), os investigadores da Suíça afirmaram que existem mais de cem contas congeladas e que ainda não tiveram seus nomes publicados de brasileiros nos país. O volume de dinheiro movimentado poderia chegar a R$ 1 bilhão.
No mês que vem, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve fazer uma viagem para Berna, no que acarretaria em novos anúncios sobre os resultados da cooperação entre os dois Ministérios Públicos.
Os suíços iniciaram a investigação sobre os ex-diretores da Petrobras ainda no final de 2013. Uma intensa colaboração foi iniciada com o Brasil e centenas de páginas de extratos bancários e informações começaram a ser enviadas ao país.