
O presidente da CPI da Petrobras, deputado Hugo Motta (PMDB-PB), afirmou nesta quarta-feira (20) que pedirá a exumação do corpo do ex-deputado do PP José Janene, morto aos 55 anos vítima de infarto, antes de ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pelo seu suposto envolvimento no esquema de pagamento de propina a parlamentares em troca de apoio político no Congresso Nacional, durante o primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Agora, segundo as investigações da Operação Lava Jato, Janene era um dos operadores do esquema de corrupção que atuava na Petrobras. A CPI chegou a discutir a convocação da viúva de José Janene, mas não houve acordo.
Conforme Hugo Motta, haveria indícios de que o ex-deputado do PP poderia estar vivendo atualmente na América Central. "Informações que chegaram até nós falam sobre incerteza de que o deputado [Janene] faleceu. A própria viúva não conseguiu vê-lo morrer, o caixão chegou lacrado. Existe forte indício de que José Janene possa estar vivo", disse Motta antes do início da sessão desta quarta-feira da CPI da Petrobras.
A viúva do ex-deputado José Janene, Stael Fernanda Janene, classificou como "absurda" a possibilidade de haver uma exumação do corpo do marido, morto em 2010.
"Isso é um absurdo. Não há nada disso. Em momento algum procurei ou fui procurada por qualquer deputado dizendo o que colocaram em minha boca, principalmente no que tange a respeito de minha suposta desconfiança sobre a morte do pai de meus filhos”, afirmou em nota.
SaúdeDor invisível, impacto real: fibromialgia mobiliza especialistas e ganha destaque no Dia de Conscientização.
Acidente Acidente fatal entre moto e caminhonete deixa vigilante morto em Eunápolis
EunápolisCâmara vai comemorar emancipação de Eunápolis com entrega de Títulos Honoríficos de Cidadania