
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela quebra do sigilo bancário do senador e ex-presidente deposto por impeachment, Fernando Collor de Mello. A determinação foi do ministro Teori Zavascki. Collor está entre os 50 políticos supostamente envolvidos no escândalo da Petrobras.
A quebra do sigilo foi, a princípio, pedida por procuradores da República para que fossem checadas as supostas denúncias contra Collor de Mello, analisando os depósitos realizados na sua conta bancária de 2011 a 2014.
O doleiro Alberto Youssef declarou, na delação premiada, que teria feito diversos depósitos bancários para o senador e passado às suas mãos dinheiro em espécie.