
Durante a sanção do novo Código Processual Civil, nesta segunda-feira (16), a presidente Dilma Rousseff falou sobre os protestos que pedem o fim da corrupção, a sua saída da Presidência da República e até mesmo a intervenção militar. Para ela, “as ruas são o espaço legítimo da manifestação popular” e, apesar de considerar os atos “pacíficos e sem violência”, “as urnas traduzem a vontade da nação, que não pode ser desrespeitada”.
“Houve um tema presente tanto nas manifestações de sexta-feira quanto nas de domingo: o combate à corrupção e à impunidade. Nos próximos dias, como prometido nas eleições, anunciaremos um conjunto de medidas voltadas ao combate à corrupção e à impunidade. Estaremos abertos, obviamente, a ouvir toda a sociedade para a tomada de outras medidas. Reitero minha convicção de que a conjuntura atual aponta para a necessidade urgente da realização de uma ampla Reforma Política. Meu compromisso é governar para os 203 milhões de brasileiros”, disse.
Ela disse ainda que, ao ver as cenas, senti que “valeu a pena lutar pela democracia”. “O país está mais forte”, afirmou, emocionada.
Ainda no mesmo evento, a presidente voltou a defender as modificações em impostos realizadas, recentemente, pelo governo federal. De acordo com a presidente, seu governo tem responsabilidade com a estabilidade da economia: “é ela quem garante empregos e crescimento para o país”, acrescentou.
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