
O miliciano Adriano da Nóbrega, morto em uma operação policial em Esplanada, no agreste baiano, possivelmente soube da operação que resultou em sua morte dois dias antes de acontecer, segundo o delegado Marcelo Sansão, diretor do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco). Cerca de 70 policiais participaram da ação.
Ainda conforme o delegado, o miliciano visitava a Bahia há cerca de dois a três anos. Nessa sexta-feira (14), o delegado disse que Adriano da Nóbrega alegava diversas situações para vir à Bahia, como férias, vaquejadas, compra de fazendas e treinamento de animais.
A polícia também investiga se Adriano da Nóbrega estava envolvido em um esquema de lavagem de dinheiro e se tinha interesse em estabelecer uma organização criminosa na Bahia.
Adriano ainda estava na propriedade do fazendeiro Leandro Guimarães, em Esplanada, onde passou vários dias. Leandro, que é suspeito de ter dado suporte ao miliciano, foi preso, mas acabou solto na última terça-feira (11), após pagamento de fiança. Adriano foi morto no último domingo (9) quando estava sozinho em um sítio.
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