
Levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgado no último final de semana indica que pelo menos 202 municípios baianos vão passar a chamada “herança maldita” para os seus próximos prefeitos. Isso ocorre quando se gasta mais do que se arrecada.
Dos 417 municípios baianos, apenas 234 prestaram informações financeiras ao Tesouro e 86% deles admitiram que estão no “vermelho”. No país, são pelo menos 2.442 municípios nessa situação.
A União das Prefeituras da Bahia (UPB) justifica que a saúde financeira atual dos municípios está “muito ruim” porque houve queda de arrecadação, principalmente dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), “que já dura alguns anos”.