
A defesa do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) acesso aos depoimentos que o lobista Júlio Camargo concedeu à Procuradoria-Geral da República (PGR) incriminando o parlamentar pelo recebimento de propina de 5 milhões de dólares no esquema da Lava-Jato.
Os advogados acusam o Ministério Público de “sonegar informações” que poderiam ajudar o acusado a se defender.
Em 16 de julho, Camargo foi interrogado pela Justiça Federal em Curitiba. Mudou sua versão e disse que Cunha recebeu a propina milionária.
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