
Cerca de 8 horas após ocuparem a prefeitura de Guaratinga, os cerca de 400 trabalhadores ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que ocuparam o prédio público, o desocuparam.
O fim do movimento reivindicatório foi declarado depois do prefeito Kenoel Viana Cerqueira (PV) firmar um acordo com os líderes do movimento que atende às reivindicações que eram feitas.
Foi acertado em documento subscrito pelo prefeito e representante do MST, a criação de duas extensões escolares nos assentamentos Roseli Nunes, Guaíta e Nazaré, a aquisição de geladeiras, fogões industriais, liquidificadores e outros aparelhos para equipar as cozinhas das escolas dos assentamentos.
A aquisição de materiais didáticos, de limpeza e merenda, que estão faltando nas escolas desses mesmos assentamentos.
A contratação de seis professores, uma coordenadora e três merendeiras. Obras de manutenção nas áreas dos acampamentos, e materiais de construção para os próprios moradores dos assentamentos realizarem serviços de reparos em redes elétricas.
De acordo com Elton Pires, muitas dessas reivindicações foram feitas ao prefeito no início do ano passado, porém, o gestor não teria cumprido o compromisso.
A assessoria do prefeito, que pela manhã distribuiu via e-mail, Release à imprensa, classificando a ocupação de “invasão”, e afirmando que ela não fazia sentido, não se pronunciou sobre o acordo firmado.
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