
A Secretaria de Administração da Bahia (Saeb) detectou 164 professores que foram contratados em regime de dedicação exclusiva nas universidades estaduais, mas que exercem outras atividades remuneradas. Para trabalhar exclusivamente nas instituições baianas, eles recebem até três vezes mais do que um docente comum. Um professor pleno com dedicação exclusiva e carga de 40 horas semanais recebe salário de R$ 15.111,26.
A irregularidade foi detectada após o cruzamento de informações do Sistema Integrado de Recursos Humanos (SIRH) do Estado da Bahia com outros bancos de dados, como do INSS.
O Estado vai cobrar a devolução do valor pago referente à exclusividade profissional. A estimativa é que seja restituído R$ 11,5 milhões aos cofres públicos.
Os 164 docentes identificados em irregularidade atuam no poder público e iniciativa privada. A maioria exerce outra atividade na área educacional, mas também há professores trabalhando em farmácias, bancos, cooperativas, planos de saúde, empresas de eventos e igreja.
Dos 164 em situação irregular, 51 estão lotados na Universidade do Estado da Bahia (Uneb), 40 na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), 36 na Universidade de Santa Cruz (Uesc) e outros 37 da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb).
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