
A cidade americana Providence, capital do estado de Rhode Island, decidiu processar a Petrobras, duas subsidiárias e membros da diretoria da estatal, inclusive a presidente Graça Foster.
Moradores da cidade entraram com uma ação coletiva na véspera de Natal, na qual acusam a empresa de vender papéis com preços inflados por ter firmado contratos superfaturados à base de propina.
A Petrobras contabilizou os valores desviados – que são investigados pela Operação Lava Jato –, como custos relacionados à construção e instalação da infraestrutura, registrando-os como parte dos seus ativos, segundo a defesa dos autores.
Além de Graça Foster e as subsidiárias, também são citados na ação o diretor financeiro Almir Barbassa e o ex-gerente executivo de marketing e comercialização José Raimundo Brandão Pereira.
Ao todo, o documento relaciona 13 pessoas e 15 instituições financeiras, como os gigantes Morgan Stanley, HSBC Securities, e o Itaú BBA nos EUA – citados por terem atuado como garantidores dos valores imobiliários emitidos pela companhia.
Com esse processo, já são pelo menos 11 ações coletivas contra a Petrobras nos EUA, que poderão ser simplificados em apenas uma pela Justiça.
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