
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta terça-feira (5) que em todos os anos houve correção nos preços da gasolina e que o comportamento do governo é continuar com reajustes normais, mas negou que haverá "tarifaço" após as eleições de outubro.
"Todos os anos tem correção do preço da gasolina. Uns mais, outros menos, todos os anos têm correção. Não houve nenhum ano em que não teve aumento da gasolina. Essa é a regra", afirmou o ministro em entrevista à agência de notícias Reuters.
"Quando ocorrerá o aumento, essa é decisão que mexe com o mercado, com ações, não se comenta. É questão das empresas responsáveis", afirmou o ministro, que também é presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Mantega deu a declaração ao ser questionado se, com a desaceleração da inflação mais para o fim deste semestre, haveria espaço para ajustes nos preços administrados. "Nosso comportamento é continuar com reajustes normais (da gasolina), sem tarifaço", afirmou o ministro.
A diretoria da Petrobras tem pleiteado ao governo reajuste dos preços dos combustíveis para reduzir a defasagem dos valores cobrados no Brasil em relação aos do exterior, algo que afeta as finanças da companhia. A gasolina tem um peso importante no IPCA, índice que baliza a meta de inflação do governo. A meta é de 4,5% ao ano, com margem de tolerância de dois pontos para mais ou para menos.
Acidente Batida com vítima fatal mobiliza equipes de emergência em Trancoso
VeracelVeracel movimenta R$ 409 milhões na economia do Sul da Bahia e preserva mais de 100 mil hectares de Mata Atlântica em 2025
TrânsitoPRF dará início à megaoperação São João 2026 nas rodovias federais da Bahia.