
Que está em fase de negociação entre os sindicatos dos comerciários e dos supermercados para Eunápolis e Porto Seguro está emperrando a assinatura do acordo, cujas demais cláusulas econômicas e financeiras já foram combinadas.
As negociações que tiveram início em meados de janeiro e já duram, portanto, mais de 90 dias, após as partes se entenderem sobre as outras cláusulas salariais, estão paralisadas há mais de um mês.
De acordo com o Sindicato dos Comerciários (SINCOM), inicialmente os patrões propuseram compensar os dias trabalhados, o que foi descartado pelo SINCOM; depois o patronato ofereceu um valor fixo de R$ 36,00, o que foi também recusado; a seguir, esse valor fixo foi aumentado para R$ 38,00, depois para R$ 40,00, sendo mantido até o momento.
O sindicato dos empregados chegou a propor um valor fixo, acima do que fora oferecido pelos patrões, entretanto, devido à recusa da outra parte retirou a oferta, e agora quer o pagamento de 100% sobre a hora normal.
Não se sabe quando nem como será o desfecho, que pode vir a ter decisão da Justiça Trabalhista, uma vez que o Sincom levou o impasse ao conhecimento da Gerência Regional do Trabalho e Emprego (GRTE), e solicitou a sua intermediação.
O sindicato dos comerciários pretende envolver a categoria na decisão. Para isso deve convocar para a próxima semana, duas assembleias, para que os próprios empregados oficializem uma proposta.
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