
O calendário, que ainda não foi divulgado ao mercado, integra um dos pontos do mecanismo aprovado em dezembro do ano passado pelo conselho de administração da empresa, presidido pelo Ministério da Fazenda.
Na reunião de dezembro, o conselho iniciou uma nova política de preços com o reajuste de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel.
A estatal afirmou que o mecanismo fora adotado para garantir a "convergência dos preços internacionais ao mercado doméstico", há tempos defasado, e "assegurar a redução do nível de endividamento da estatal no prazo de 24 meses". Segundo setores do governo, a saída seria antecipar o aumento, talvez para março, diluindo assim o impacto do reajuste sobre a campanha de reeleição de Dilma Rousseff. (Folha)
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