
, Que está à frente da pasta da Bahia, discutiu com os secretários estaduais durante reunião do conselho, realizada na sexta-feira (6), pontos da “Carta da Bahia”, com destaque para a renegociação das dívidas dos produtores e o aumento do preço mínimo do café Conillon.
O secretário explicou que em maio, o governo federal elevou o preço mínimo da saca de 60 quilos do café Arábica de R$ 261,69 para R$ 307,00, mas o café Conillon não teve seu preço mínimo reajustado, e continua ao preço de R$ 157,00 a saca. “Queremos o aumento do preço mínimo e a prorrogação das dívidas para produtores que têm débitos vencidos ou vincendo, para o café Conillon, como foi feito com o café Arábica”, disse Salles, informando que o Conseagri enviará ao governo federal ofício solicitando que o pleito dos secretários seja atendido.
A Bahia é o quarto maior produtor de café do Brasil, atrás de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo. O agronegócio responde diretamente por 150 mil empregos fixos e 100 mil temporários.
A “Carta da Bahia” foi elaborada pela Câmara Setorial do Café. Aponta os principais problemas da cafeicultura e sugere soluções para minimizar a crise causada, principalmente pela longa seca e pelos baixos preços do produto.
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